A arquitetura de mindscape é a aplicação de princípios da neuroestética ao design de interiores. Na SÉRA, não vemos o ambiente apenas como um espaço físico, mas como uma interface cognitiva que pode facilitar ou obstruir o desempenho mental e a recuperação do sistema nervoso.
Nesta pesquisa, exploramos como a manipulação deliberada da luz, da geometria e da acústica pode induzir o estado de FLOW e acelerar o processo de restauração que ocorre durante o sono profundo.
01. O Paradigma da Geometria Mínima
O cérebro humano está constantemente processando informação visual. Padronagens complexas e excesso de objetos criam um "ruído visual" que consome energia cognitiva de forma subliminar. Recomendamos a adoção de linhas limpas e ocultação de cabos e dispositivos, permitindo que o foco visual se desloque para o objeto de contemplação escolhido.
02. Cromoterapia Clinicamente Aplicada
Ao contrário das tendências de design tradicionais, a SÉRA foca na temperatura da cor e no seu impacto na produção de cortisol. Ambientes de trabalho devem utilizar iluminação acima de 5000K para manter o estado de alerta, enquanto as áreas de mindscape (descanso) devem ser limitadas a tons quentes abaixo de 2700K.
Protocolo de Quarto SÉRA
O quarto deve ser o santuário absoluto do estúdio doméstico. Identificamos que a remoção total de eletrônicos e a manutenção da temperatura em 18°C reduz a latência do sono em média 25% em nossos sujeitos de teste.
03. Acústica de Frequência Profunda
O som é a interface final do mindscape. A SÉRA desenvolve trilhas sonoras específicas em bandas de frequência Gamma para trabalho focado e Delta para sono restaurador, operando como um "isolamento acústico psicológico".